Vem ocupar

No dia 15 de outubro de 2011, as acampadas espanholas chamaram grupos de ativistas do mundo todo para acamparem também. As causas foram muitas. De crise financeira, desemprego e democracia irreal a desigualdade social e Belo Monte.

Trabalho há alguns meses com as mídias sociais do Movimento Xingu Vivo para Sempre: direitos humanos desrespeitados e degradação ambiental para construiu a mega usina hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu, no Pará (leia mais). E, em uma articulação com o Movimento Brasil pelas Florestas, a acampada de São Paulo teve como uma de suas principais bandeiras ser contra a Belo Monte. E lá fui eu, atacar de designer em um momento histórico da mobilização da terra da garoa.

Divulgamos geral. Mas, no fatídico dia do encontro, choveu e fez muito frio embaixo do Viaduto do Chá, aqui em São Paulo. Tinha cerca de 200 pessoas lá, animados e com aquelas caras de ativistas guerreiros… rs

O acampamento começou em um sábado. Na segunda-feira, aconteceu um julgamento da primeira Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal do Pará, que diz respeito ao direito dos indígenas de serem ouvidos sobre a construção da usina que afetará suas terras. E, pra variar, rolou um tuitaço. Um dos mais agitados, mas nada perto do boom do Movimento Gota D’água.

 

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