Quem paga por isso?
Job Infográfico de como funciona o financiamento das obras da mega usina hidrelétrica de Belo Monte.
Cliente Movimento Xingu Vivo
Clique na imagem para vê-la em tamanho maior. Ou aqui para baixar o PDF.
Job Infográfico de como funciona o financiamento das obras da mega usina hidrelétrica de Belo Monte.
Cliente Movimento Xingu Vivo
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No dia 15 de outubro de 2011, as acampadas espanholas chamaram grupos de ativistas do mundo todo para acamparem também. As causas foram muitas. De crise financeira, desemprego e democracia irreal a desigualdade social e Belo Monte.
Trabalho há alguns meses com as mídias sociais do Movimento Xingu Vivo para Sempre: direitos humanos desrespeitados e degradação ambiental para construiu a mega usina hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu, no Pará (leia mais). E, em uma articulação com o Movimento Brasil pelas Florestas, a acampada de São Paulo teve como uma de suas principais bandeiras ser contra a Belo Monte. E lá fui eu, atacar de designer em um momento histórico da mobilização da terra da garoa.
Divulgamos geral. Mas, no fatídico dia do encontro, choveu e fez muito frio embaixo do Viaduto do Chá, aqui em São Paulo. Tinha cerca de 200 pessoas lá, animados e com aquelas caras de ativistas guerreiros… rs
O acampamento começou em um sábado. Na segunda-feira, aconteceu um julgamento da primeira Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal do Pará, que diz respeito ao direito dos indígenas de serem ouvidos sobre a construção da usina que afetará suas terras. E, pra variar, rolou um tuitaço. Um dos mais agitados, mas nada perto do boom do Movimento Gota D’água.
Construir currículos é uma tarefa fácil. Difícil é fazer o próprio currículo. Ainda mais quando nossa vida parece uma investigação do futuro muito mais do que um caminho para algo.
Nessa árdua tarefa, já fiz currículo em infográfico (sempre atualizado), em slides (2010) e, finalmente, o que o mundo normal pede, tudo por escrito, em PDF, bonitinho (2012).
Hoje fui assistir ao debate sobre Política 2.0 (nova forma de fazer política?). Confesso que estou beeem cansada de conversas sobre o assunto. Mas hoje foi… diferente.
Foi um encontro promovido pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), com Ricardo Abramovay mediando e um papo muito bom sobre crise do sistema, mobilização, o sonho…
Fiz umas anotações com imagem (não resisti). E tem mais informações aqui.
Semana passada chegou em mim pelo Twitter um estudo do Instituto Sangari sobre violência contra mulheres. Me chamou a atenção, em especial, a quantidade de dados que desconhecia, como:
Li todo o relatório do Sangari em português. E pensei em divulgá-lo. Mas na forma como estava, em texto, não causa o mesmo impacto do que visualizar esses números. Então considerei ocupar uma parte do meu tempo transformando esses dados em imagem. O resultado foi o infográfico acima.
Fiz para que os dados sejam divulgados para mais e mais pessoas. Portanto, fique à vontade para divulgar na web, imprimir e colocar no mural do trabalho, enviar por email… Se preferir, pode baixar aqui o arquivo PDF.
Job Relatório Anual da Fundação Amazonas Sustentável, 2010.
Cliente FAS
Este trabalho fiz em conjunto com Eric Peleias. A ilustração da capa é dele. E virou pôster na parede da FAS. : )
Clique aqui para folhear ou baixar o relatório.
Job Identidade visual para a campanha SOS Florestas – O Código Florestal em perigo
Cliente SOS Florestas
Esse trabalho também foi desenvolvido com o Eric Peleias, meu designer outra metade da laranja.
Nunca é simples pensar a identidade visual de um projeto. As horas de pesquisa são muuuuitas, as de criação muitas e as de execução, bem poucas. O dilema é sempre tentar prever o sucesso dessa imagem.
Eu meço esse sucesso no quanto aquela imagem conversa com o público. Ela é compreendida facilmente? E, depois, se esse público veste a camiseta com a imagem com orgulho. Não dá para prever tudo isso. É sempre um tiro à meia luz. E, à meia luz, é mirar ao máximo e torcer pra acertar.
Pensar uma imagem pra campanha SOS Florestas foi um prazer imenso. Eu sou público da campanha. Sou mobilizada e mobilizadora da causa do Código Florestal Brasileiro.
Além de criar a imagem, fizemos um guia rápido de uso. Veja aqui. Porque a ideia é deixar as pessoas que, como eu, querem mobilizar, se apropriem da marca e dos materiais. Por isso, o logo, o guia e todos os materiais que desenvolvemos foram parar no site do SOS Florestas, para download e compartilhamento.
Ainda estamos no início do percurso. No último sábado fizemos um protesto bonito no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
Na última terça, perdemos a batalha na Câmara dos Deputados.
((Atenção, eleitores. Veja como os deputados votaram)).
Nesse mesmo dia, foi assassinado (mais) um líder agroextrativista. Zé Claudio e sua esposa, que tive o prazer de conhecer no TEDxAmazônia, foram assassinados por defenderem a floresta em pé para seu sustento, em Ipixuna (PA). Como a família de Zé Claudio, outras perdem, diariamente, seus entes para a exploração desenfreada dos recursos naturais, dos garimpos ao correntão, dos resorts às hidrelétricas. Quantos mais morrerão até que todo nosso recurso seja esgotado e, aí sim, quem o esgota morrerá? Com a palavra…
Ontem puder fazer parte de um ato anti nuclear aqui em São Paulo.
Na semana passada, junto com amigos da Matilha Cultural e do 350.org, pensamos a divulgação do ato. Produzi umas imagens para silkar camisetas e cartazes e convites virtuais. Depois foi a hora de espalhar o chamado nas redes.
Foi muito bom chegar lá na frente do metrô Liberdade ontem e encontrar tantas pessoas para juntos refletirmos e inspirarmos a reflexão sobre o uso da energia nuclear no Brasil… e no mundo.
Precisamos agora desenhar os próximos passos. O Brasil pode e deve querer investir em fontes limpas de energia. Para quem quiser ler mais, o Greenpeace escreveu um relatório sobre a matriz energética brasileira. A solução está aí.
Mais fotos aqui.
Faz um tempinho eu comprei um kit de canetinhas e faço meus rabiscos durante reuniões. A prática tem me levado a perceber que é mais fácil buscar a memória de um encontro a partir de imagens.
Ontem rolou um encontro com Marina Silva em Manaus promovido pelo Movimento Marina Silva. Ansiosa por manter vivo aquele momento, saquei minhas canetinhas. Deu nisso aí…
Semana passada começou com o Dia Mundial da Água, 22 de março. Na internet circularam muitas idéias de preservação desse bem que nos é fundamental.
Reuni meus favoritos aqui.
The story of bottled water (A história da água em garrafa)

Comer um hamburger ou uma salada? (Making the right choices to reduce your water footprint)
Esta semana tive que enviar meu currículo a um cliente. Sempre tenho dificuldade nessa parte. A formação não-acadêmica é algo difícil de colocar no papel. Então, já que estava com tempo, resolvi fazer um infográfico.
Clique aqui ou na imagem acima para checar o resultado.

Já recebi encomendas para logos de projetos, campanhas, seminários, restaurantes e até pessoais (pessoa física mesmo). Muitas vezes o briefing é complicado. O cliente não sabe (e nem é obrigado a saber) o que precisa dizer ao designer. Sem contar as vezes em que o cliente não tem idéia do processo: se passa o conceito só, se já mostra um rascunho e eu executo, se conta o projeto e elaboramos o conceito juntos…
Para resolver os desencontros de informação, depois de alguns bons tombos, desenvolvi uma lista de perguntas iniciais que podem ser feitas por email. E não dispensam uma conversa ao vivo, essencial ao bom entendimento das expectativas.
1- Qual o nome e/ou slogan?
2- Qual o público que deseja atingir? (evite responder “geral”)
3- Que imagem pretende passar? (sóbrio, descontraído, jovem, maduro, conservador, high tech etc…)
4- Tem alguma cor em que já estão trabalhando ou que prefere?
5- Vai ser utilizado com outros logotipos? Quais?
6- Onde pretende aplicar? (internet, camisetas, materiais de papelaria, banners…)
7. Qual o prazo que temos?
No encontro, podem ser discutidos mais amplamente os direcionamentos. Outra boa idéia é levar ao cliente uma série de logos da área dele e outros já criados por você para que ele possa lhe mostrar o que espera, de que estilo gosta.
É papel do designer, também, alertar o cliente quando um logo não precisa ser criado. Muitas vezes, é mais interessante usar a identidade institucional para o evento da sua empresa do que criar mais um logo e deixar o seu lá, no rodapé, esquecido.
Mais vale um logo bem trabalhado, com manual de identidade e previsões de aplicação do que outro voando.
Na cidade de São Paulo, dia 16 de setembro, além de ser o Dia Mundial de Proteção à Camada de Ozônio, agora é o Dia do Design Sustentável. É uma boa nova para a campanha de responsabilização dos designers sobre os impactos ambientais e sociais que o produto de nosso trabalho causa.
Quem pariu a caixinha da pasta dentrífica (adoro essa palavra), a série de embalagens do Boticário, as capas de relatórios anuais com verniz, que embale. Não temos mais desculpas nem como remendar: temos que repensar.
Infelizmente, no Brasil, a educação dos designers, principalmente gráficos como eu, é falha ao tratar de sustentabilidade. Há procedimentos simples para reduzir o impacto ambiental que não custam nada. Eu já citei aqui alguns exemplos e citarei mais.
É missão desta geração projetar um caminho mais sustentável para as próximas. Sustentável é ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável. Não adianta reclamar que é difícil. Nossa função é resolver problemas. Te vira!
É apenas o início da discussão. Antes tarde do que nunca.
Está em inglês.
Publicado pela OoliganPress. Gráfica-modelo em green publishing.
A Cop 15 deixou muita gente sem dormir. Foi um ano trabalhando na campanha para forçar o sucesso das negociações. Lá, o pessoal do Greenpeace dormia 3 horas por dia para participar das reuniões. Como eu de-tes-to ficar de fora, também tive minhas noites sem dormir. Dediquei alguns dias e madrugadas ao Casebook of REDD Projects in Latin America que o Idesam lançou com a The Nature Conservancy …onde? Em Copenhague.
Do projeto ao livro impresso, o número de páginas triplicou. Como resolver? Isso sempre acontece. E estou começando a tentar prever esse aumento já no briefing do job. Em média, o número de páginas das publicações cresce 20%. Multiplica por 20 e divide por 100…
E esse livro ainda tem um detalhe. Foi publicado em inglês para a reunião em Copenhague. Mas ele pretende-se em português. E agora? Eu tive uma idéia que economiza tempo, dinheiro e papel: colocar o link para o PDF da versão brasileira online. O público dele tem internet… Vamos ver se o cliente topa. Não custa tentar.
Job Projeto e diagramação do livro
Cliente Idesam (Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas)
Dá pra folhear e baixar o casebook aqui.
Job Projeto e diagramação da cartilha Apuí Mais Verde.
Cliente Idesam (Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas) e Secretaria de Meio Ambiente de Apuí
Leia mais e acesse PDF completo desse relatório aqui. E dá pra folheá-lo aqui também.
Foi bem interessante produzir essa cartilha. Eu não tinha muito tempo (pra variar), mas muita liberdade. Então resolvi fazer um experimento com brushes do Photoshop que havia baixado dias antes. Foi bastante divertido.
A cartilha foi impressa em couche fosco para durar mais no interior do estado. Aqui a umidade relativa é altíssima e o papel reciclado se acaba muito rápido por ser poroso demais. Apesar de não conseguir imprimir em um papel com menor impacto, optei por manter a área de sangria o mais limpa possível, fazer a lombada grampeada e não utilizar verniz. Vernizes UV são a base de petróleo e prejudicam a reciclagem do papel. Capricha no trabalho que o verniz não fará falta!
Job Projeto e diagramação do Relatório Anual de 2008.
Cliente Idesam (Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas)
Leia mais e acesse PDF completo desse relatório aqui. E dá pra folheá-lo aqui também.
Para reduzir o impacto ambiental da publicação, não sangrei foto no miolo, imprimimos em papel ®Reciclato, em tamanho A4 no melhor aproveitamento de papel e em uma gráfica próxima do Idesam.
Infelizmente, por conta do alto número de páginas, a lombada teve que ser colada. Essa cola à base de solvente que temos disponível em Manaus (AM) emite VOCs (Volatile Organic Compounds, na sigla em inglês). Além de impedir a reciclagem. Quando for descartar publicações com lombada colada com esse tipo de cola, sugiro que recorte a lombada fora e direcione à reciclagem apenas as folhas. É uma boa sempre questionar a gráfica sobre a base da cola. Uma alternativa, são as colas à base de água.
Faltava 100 dias para Copenhague e o Greenpeace me pediu um modelo de relógio para colocar em 5 capitais brasileiras.

O Greenpeace, entre outras organizações, está contando as horas para as reuniões que vão rolar em dezembro em Copenhague. Precisamos exigir do governo brasileiro metas de redução de emissões. Desmatamento zero. Fica a dica…
Um amigo me pediu um modelo de adesivo com a frase em inglês, incentivando o uso de carros menores pra diminuir o impacto ambiental. Adorei fazer.

Alguém leu o artigo da Ruth de Aquino na Época desta semana?
Pra complementar, Edu Santaela me sugeriu fazer o Yes, we can de Marina Silva.
Acho que em inglês não rola. Vamos pensar uma frase em português? Pras 3 melhores, eu envio o arquivo da imagem para imprimir em camiseta!
Marina, você faça tudo, mas faça o favor. Não mude o discurso de ética que é só seu. Marina, você já é respeitada com o que Deus lhe deu. O povo se aborreceu, se zangou, e cansou de falar. Lula e Dilma estão de mal com você e não vão perdoar. Mas o eleitor não poderia arranjar outra igual para embaralhar o jogo sonolento da sucessão em 2010. Ao menos num dos turnos, vamos discutir princípios e fins. E principalmente os meios.Nem em suas orações diárias Maria Osmarina Marina da Silva Vaz de Limasonharia provocar tanto medo antes mesmo de decidir trocar o PT pelo PV. Nascida no Acre, filha de seringueiros migrantes cearenses, analfabeta até os 16 anos, aprendeu a ler quando trabalhava como empregada doméstica. A mãe tinha morrido. Pelo Mobral, fez em quatro anos o primeiro e o segundo graus.
Contraiu cinco malárias, duas hepatites. Formou-se em história. Queria ser freira, mas virou marxista. Hoje é evangélica. Tem quatro filhos. Foi a mais jovem senadora do Brasil, aos 35 anos.
Lula a nomeou ministra do Meio Ambiente. Cinco anos depois, saiu derrotada e desgastada. Ao pedir demissão, citou a Bíblia: “É melhor um filho vivo no colo de outro”. O filho era a política ambiental. Ela tinha brigado com outra mãe cheia de energia, a do PAC.
Católicos como Frei Betto e Leonardo Boff receberam telefonemas de Marina na semana passada. Ela falou de desenvolvimento sustentável, de vida, de humanidade, de terra.
O mais forte cabo eleitoral de Marina, neste agosto, se chama José Sarney – e tudo o que ele representa. O país ficou desgostoso com o presidente do Senado, suas mentiras inflamadas na tribuna, seu sorriso bonzinho de avô da República – e com o apoio incondicional de Lula ao maranhense. O nome Marina, sussurrado, ganhou a força da natureza no olho do furacão em Brasília.
O ex-ministro José Dirceu escreveu que o mandato da senadora “pertence ao PT”. Marina disse que já enfrentou madeireiros, fazendeiros, cangaceiros: “Com certeza o Zé (Dirceu) não fez isso para me intimidar, não faz parte do caráter dele”.
O outro forte cabo eleitoral de Marina é a ministra Dilma Rousseff, pela falta de carisma. Marina não ameaçaria tanto se a ministra do crescimento tivesse conquistado o país ou ao menos o seu próprio partido. Não se nega o valor pessoal de Dilma, mas seu nome foi imposto. Lula botou na cabeça que vai eleger seu poste. “Da campanha de Dilma cuido eu”, teria dito a um cacique do PT paulista.
As baratas todas voaram. Quem tem amigos como o deputado federal Ciro Gomes não precisa de inimigos. Lula chegou a apostar nele para o governo em São Paulo. Mas Ciro quer outros voos: foi o primeiro a dizer que Marina “implode a candidatura de Dilma”… “uma persona política em formação”… “que foi obrigada a defender Sarney”.
Dilma pediu a Marina que ficasse. “Estou triste. Preferia que ela continuasse no PT porque é uma grande lutadora”. Vocês acreditam? A ministra já esqueceu as rixas com a ambientalista que botava areia nas hidrelétricas? Depois, Dilma mudou o tom: “Eu sempre acho que quanto mais mulher melhor”. É mesmo?
Dilma é vista como “a mulher do Lula” – a massa ainda não conseguiu decorar seu nome. Lula ergueu a mão da mãe do PAC nos palanques país afora e disse que o Brasil está preparado para “uma mulher na Presidência”.
Lula só não esperava que uma sombra austera de saias emergisse da floresta. Com seu fundamentalismo, a fé, as convicções, a integridade, a coerência em 30 anos de PT. Sem dedo em riste. É muita ironia. E na mesma semana em que Lula dá uma rádio para o filho de Renan Calheiros, outro senador que “obra e anda” para a opinião pública.
O maior trunfo de Marina não é ser mulher nem petista de raiz ou defensora do verde. Ninguém supõe hoje que ela possa ser eleita presidente sozinha, contra as duas máquinas. Mas sua biografia e as frases recheadas de atitude – “perco o pescoço mas não o juízo” – entusiasmam os desiludidos.
Marina Silva obriga tanto Dilma quanto o tucano José Serra a se perguntar: como combater quem fala, baixo mas firme, a sua própria verdade?
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Ruth de Aquino é diretora da sucursal de Época no Rio de Janeiro, raquino@edglobo.com.br
Estive off por estar, graças aos deuses, trabalhando bastante. E também porque estou insatisfeita com a forma como tenho apresentado meu portfolio on-line.
Um amigo me apresentou uma ferramenta interessante, o Issuu. Estou subindo os trabalhos editorais que fiz lá.
É só clicar aqui para folheá-los. Dá pra dar zoom, colocar no seu blog e fazer download.
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I had been away for a while ’cause I’ve been working hard, thanks to the gods. And also because I’m not satisfyied w/ the way my portfolio looks here.
A friend has introduced me to an interesting too, Issuu. I’ve been uploading my material there.
You can click here to check them out. There are only a few, I haven’t finished yet. You can use the zoom to read them, embed and dowload.
Have fun!
Alguma vez, como designer, você já fez um material para um cliente com preocupação socioambiental? Provavelmente sim. Ser ambientalmente correto, por sorte, está na moda.
Este é o primeiro post da série green the designer.
Infelizmente, a maioria de nós (pessoas e designers – quase a mesma coisa) contenta-se com uma impressão em papel reciclado. Aquele papel amarelado e super poroso que faz as fotos ficarem escuras. Você sabia que ele não é 100% reciclado? Apenas 25% do material dele é pós-consumo (lixo urbano). Sabe por quê? Não há oferta de papel pós-consumo reciclável suficiente no mercado.
Mesmo assim, ainda é a melhor alternativa para a preservação do meio ambiente, já que em seu processo de fabricação não é usado cloro para branquear. Menos material químico descartado. Ainda mais cloro, que é comprovadamente cancerígeno.
É claro que outras medidas precisam ser tomadas e é por isso que este é apenas um post da série.
No próximo post, dicas do que observar em uma visita à gráfica.
3 minutos que compensam.
A organização não-governamental Greenpeace tem por objetivo sensibilizar 3 milhões de pessoas para a luta contra as mudanças climáticas. Assista e considere postar, recomendar, encaminhar…
Tô fazendo o material de um workshop que o Ceclima vai organizar. Acabei de terminar o “selo”.
Opiniões??

Job Projeto e diagramação do relatório com mapeamento
das áreas com gado na Amazônia, O rastro da pecuária
na Amazônia – Mato Grosso: o estado da destruição
Cliente Greenpeace
Leia mais e acesse PDF completo desse relatório aqui.
Check-out the Greenpeace report Amazon Cattle Footprint – Mato Grosso: State of destruction in English here.


Fiz também o convite virtual para o lançamento do relatório:

Este relatório, no Brasil, foi impresso em couchê fosco certificado pelo FSC (Forest Stewardship Council).
Essa certificação independente é feita para indicar ao consumidor que o produto provem de florestas manejadas que respeitem as necessidades sociais, econômicas e ambientais da presente e das futuras gerações.
Para esse relatório ter o selo FSC, toda a cadeia de custódia precisou ser certificada, desde a plantação de eucalipto da Suzano até a gráfica em São Paulo.
A minha idéia é certificar os designer gráficos também. Analisar se o produto respeita certas normas técnicas, como a não-utilização de sangrias, o melhor aproveitamento de papel, não use PVC na impressão…
Infelizmente, não há um fomento ao green design no produto gráfico. Hoje, imprimir em papel reciclado, para os designers e clientes no geral, já é ser verde e cuidar do planeta.
Mas isso é pouco.
Job Logotipo para o Fórum Amazonense de Mudanças Climáticas,
Biodiversidade e Serviços Ambientais
Cliente Ceclima – SDS

Job Projeto e diagramação de um crime file
com os furões da Moratória da Soja
Cliente Greenpeace
Download do PDF completo aqui, clicando com o botão direito.

Job Re-edição do Guia do Consumidor, da campanha de transgênicos
Cliente Greenpeace
Esse guia foi feito em conjunto com o Eric Peleias e o Jenko, na extinta agência que criamos, Hay Comunicação.



Job Relatório da campanha de energias renováveis
Cliente Greenpeace
A versão em PDF desse relatório pode ser baixada aqui, na página do Greenpeace.

Job Ilustração vetorial para entrevista com João de Barros
Cliente Esquinas de S.P. (jornal-laboratório da Faculdade Cásper Líbero)

Job Ilustração para matéria “Aqui tem design” de revista jovem, projeto direcionado
Cliente Escola Panamericana de Arte

Job Logotipo e material para a I Conferência Latino-Americana de Mudanças Climáticas e Serviços Ambientais
Cliente Ceclima – SDS (AM)
O estudo do logo
O briefing pedia que envolvesse o logo do Ceclima, que eu mesma criei, para fixar o órgão e por ser um evento planejado e executado por eles.
Então fiz algumas opções envolvendo a folhinha e o globo.
The one
É óbvio que o meu preferido não foi o escolhido. E ainda foi classificado como “moderno demais”. Ok, eu entendo isso como elogio. rs
Com uma pequena alteração no verde e a inclusão de elementos sociais e de fauna ficou esse:

O material
Explorei os ícones ao esgotamento no folder, marcador de página, crachás, certificados, placas de identificação das salas, camiseta, cartaz, caneca, caneta, na pasta…
Seguem alguns materiais. Vou postar mais depois. A pasta e o folder precisarão ser fotografados. Vou pedir pro Baleia, nada como um profissional.


O Prêmio Amigo da Floresta e do Clima é previsto na Lei Estadual de Mudanças Climáticas, Art. 30, I, da Lei Estadual de Mudanças Climáticas, Conservação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, n. 3.135, de 5 de junho de 2007.
Já receberam esse prêmio o presidente da CBF, o da Fifa e, pasmem, o Príncipe Charles.
Seguem o selo, o certificado e a camiseta que criei pra eles.
Job Selo para o Prêmio Amigo da Floresta e do Clima
Cliente Ceclima – SDS

O governo do Amazonas foi o primeiro a criar um centro estadual de mudanças climáticas.
O Ceclima é parte da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas e tem sob seu guarda-chuva as coordenações de energia (eficiência energética e fontes limpas), educação ambiental em mudanças climáticas, monitoramento de carbono e pagamentos por serviços ambientais. O desafio é grande.
Tenho o maior orgulho de ter criado o logo deles. E também de colaborar para um órgão governamental que trabalhe para a conservação da Amazônia.
Job Logotipo do Centro Estadual de Mudanças Climáticas do Amazonas/Ceclima
Cliente Ceclima – SDS (AM)

Job Marcador de páginas para campanha Na trilha das Grandes Baleias
Cliente Greenpeace

Este foi um dos trabalhos de que mais gostei na escola. Fizemos um brainstorming em grupo, criamos um slogan e nos separamos. Saia do lugar.
Cada um fez seu projeto, construindo um segundo conceito em cima dele. Segue o meu.
Job Projeto dirigido | Campanha para posicionamento de marca em 3 peças: outdoor, poster de ponto de venda e anúncio em de página dupla
Cliente Caloi

Job Logotipo, cartão-de-visitas e panfleto para loja de artesanato
Cliente Donna Joana

Job Cartilha sobre eficiência energética, projeto gráfico, diagramação e ilustração
Cliente Ceclima – SDS (AM)
A cartilha está disponível para download aqui, no site do Ceclima.

Job Relatório da campanha de oceanos
Cliente Greenpeace
Para este relatório, fiz dois projetos para o Greenpeace escolher. Seguem os dois.
Como uma onda do mar foi licença poética…
O PDF final com o projeto escolhido está aqui, para download.


Job Poster para engajamento público da campanha de Oceanos (material de lançamento da campanha), a ser lançado junto ao relatório.
Cliente Greenpeace
Pra fazer download dele em PDF clique com o botão direito do mouse aqui.

Job Relatórios de emissões e custos da energia nuclear
Cliente Greenpeace
Ilustrações Eric Peleias
versões completas no site de Greenpeace, na categoria Documentos, aqui.


Job Criação de um selo para coleção de livros didáticos para os professores do Amazonas.
Cliente Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Estado do Amazonas

Job Projeto gráfico e diagramação de livro didático para professores do Amazonas sobre mudanças climáticas.
Ilustrações Eric Peleias
Cliente Ceclima – SDS (AM)
Os livros da coleção estão à disposição para download no site do Ceclima.




É claro que falar em sustentabilidade é moda. Mas é claro, também, que há muitas pessoas em busca desse ideal. Ainda bem!
Como designer, sendo criativa por profissão, sinto-me no dever de estudar formas de tornar o insustentável pelo menos mais eficiente, ambientalmente quase responsável, quase socialmente justo e economicamente viável (esta é a única perna que não é quase, porque no sistema capitalista é prioridade).
O idds é o Instituto de Design para o Desenvolvimento Sustentável. Fiz um curso lá com o Christian Ullman, um designer argentino muito interessante que passou alguns anos fazendo trabalho com o Sebrae em comunidades amazônicas e agora transmite as idéias e experiências para quem tá afim de participar do desenvolvimento responsável.
Não dá mais pra ficar inventando coisas insustentáveis a essa altura do campeonato.
Job Projeto de Site- portfolio online
Cliente Rodrigo Baleia, fotógrafo
Por enquanto, o Baleia não produziu o site dele. Mas ele é blogueiro regular da National Geographic, aqui.

Protesto contra a reforma na língua portuguesa. Eu amo a trema, acentuar “pára” e “vôo”.
_____
Editada.
Ela era a única que podia separá-lo de seus irmãos, os verbos de ação e o de ligação. Sujeito não suportava a idéia de conviver vinte e quatro horas com um ou outro irmão. Era sempre assim: quando um não estava incentivando os adjetivos a qualificarem-no, o outro estava dando-lhe ordens. É ruim ser o filho do meio de D. Oração e Seu Período.
A cada parágrafo que se passava o sujeito ficava mais encantado com as curvas da vírgula. Sua sílaba pulsava mais tônica quando sua musa se explanava ao seu lado. Às vezes tinha a impressão de que era inexistente para ela. Para fazer charme, ficava oculto.
Infelizmente, como todo romance escrito, este que conto não tem só momentos de felicidade. Vírgula até se interessava por aquele sujeito – mesmo quando ele estava simplezinho –, mas não suportava o ciúme que ele tinha de seus amigos. Ela sempre teve grande amizade com o adjetivo, por exemplo. E o sujeito passou a reclamar das vezes em que ela o levava em seus apostos. Sem contar que ela, necessariamente, para estar com ele, precisava da ajuda de seus irmãos. Ela não suportava quando ele sacrificava seus encontros só para não vê-la ao lado de algum dos verbos.
A vírgula, então, passou a estabelecer objeções. Ficou cheia de poréns e afastou-se dele. Só fazia um apostinho ou outro e ainda só se fosse para depreciá-lo. Ela nunca gostou de sujeitos obsessivos. Para ela já bastam seus primos, os pronomes, aqueles oblíquos cheios de tratamento, dando uns de possessivos para cima das moças.